O Painel de Inteligência Generativa, tela por tela.
Sete frentes de trabalho, um endereço, nenhuma instalação. Abre no navegador da máquina que a sua empresa já usa, inclusive naquela travada pela TI.
Uma entrega, de ponta a ponta.
O que o seu time vai usar.
Telas reais da plataforma, com dados de exemplo. A aparência acompanha a marca de cada cliente.
Uma barra por frente, dividida nos estágios, com a legenda escrita. O que está cinza não começou; o que está verde acabou.
O catálogo inteiro de peças da marca, com estágio, responsável e o que está esperando decisão.
As pautas no calendário, do rascunho ao publicado, com a arte anexada em cada uma.
O funil em kanban, terminando onde o trabalho realmente desemboca: convertido.
Quem chegou pelo site, o que respondeu e há quanto tempo está esperando resposta.
A base de contatos, as listas e os disparos, com teto diário e janela de horário.
O processo desenhado com o cliente, publicado num endereço que ele abre sozinho.
O generativo à mão, dentro do contexto do painel, com o histórico junto.
A aparência, os limites e as regras da operação, em um lugar só.
Tudo o que mudou, por quem e quando. É o que transforma o painel em prova.
A mesma verdade em qualquer tela.
Não é um aplicativo à parte com metade das informações. É o mesmo painel, o mesmo dado e as mesmas decisões, redesenhados para a largura que você tem na mão. Aprovar no aeroporto conta como aprovar.
Quer ver com os seus dados?
A demonstração roda com uma frente da sua operação, não com um exemplo genérico. Em uma conversa dá para desenhar o primeiro módulo.